Eleições

Queiroga fala da relação com 'triunvirato' e diz que integrantes do PL que integrarem base de João podem sofrer advertência

Foto: Reprodução/ Arapuan FM

Em entrevista ao Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan, nesta terça-feira (21), o ex-ministro da Saúde e pré-candidato a prefeito de João Pessoa, Marcelo Queiroga (PL), falou da sua relação com o ‘triunvirato’, sobre as eleições municipais na capital e seu período no mistério da Saúde na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Sobre sua relação com os deputados federal Cabo Gilberto (PL), estadual Wallber Virgolino (PL) e o comunicador e pré-candidato a prefeito de João Pessoa Nilvan Ferreira (PL), que se autodenominam ‘triunvirato’, Queiroga disse que não interfere nos conflitos do trio com o presidente estadual do partido, Wellington Roberto (PL).

“Então essa relação de 2022, de Nilvan, Gilberto, Wallber e Wellington Roberto, eu não tenho nada a ver com isso, e é justamente por isso que o partido me colocou à frente do diretório municipal, para que a diretriz seja a diretriz do presidente Bolsonaro”, falou.

Segundo ele, não existe racha entre ele e os três. Perguntado como se compara com o pré-candidato Nilvan Ferreira, Queiroga afirmou apenas que não precisa se comparar a nenhum outro concorrente.

Perguntado também sobre as movimentações de aproximação do PL com o governo estadual, o ex-ministro afirmou categoricamente que o partido não está na base do governador João Azevêdo (PSB) e que qualquer parlamentar da sigla que tomar uma posição discordante do que é estipulado pela executiva nacional, pode passar por uma advertência.

“O PL não está na base do governo João. O PL tem três deputados. Dos três, um deputado vota em matérias do interesse do governo e os outros dois não votam, então o PL não está”, iniciou.

“Um parlamentar que toma uma posição em discordância da diretriz nacional, ele está sujeito à admoestação pela executiva nacional”, concluiu.

Falando do ministério da Saúde na gestão do presidente Lula (PT), o ex-ministro falou que a pasta está se transformando em um ‘Batecu’, em alusão a um evento cultural que ocorreu no ministério e repercutiu nacionalmente devido à dança erótica ocorrida.

“Eu pensei que esse governo só tivesse bate-cabeça, mas tem ‘batecu’ também. É lamentável um evento realizado por R$ 1 milhão, com o teu dinheiro, com esse propósito”, criticou.

Fonte: Polêmica Paraíba
Créditos: Polêmica Paraíba