Polêmica

TEOR SEXUAL: pastora Renallida afirma que não concordava com vídeos publicados por Hytalo Santos envolvendo seu filho menor

Renallida afirmou ter participado de alguns encontros acompanhada do filho, porém, nos vídeos em que ele aparece, nenhum tem teor religioso.

TEOR SEXUAL: pastora Renallida afirma que não concordava com vídeos publicados por Hytalo Santos envolvendo seu filho menor

Na última terça-feira (26), o programa Profissão Repórter trouxe à tona uma discussão delicada sobre a exploração de menores nas redes sociais, através do depoimento de Renallida Lima (Pastora Renallida), mãe de um adolescente que participou das gravações do youtuber Hytalo Santos. Renallida, pastora de uma igreja na periferia de João Pessoa, compartilhou sua experiência e preocupações sobre a influência do youtuber na vida de seu filho.

Renallida afirmou ter participado de alguns encontros acompanhada do filho, porém, nos vídeos em que ele aparece, nenhum tem teor religioso. Em um deles, por exemplo, o jovem está ao lado de uma menor de idade que faz uma dança de cunho sexual. Em outro, Hytalo pediu que Renallida permitisse que o filho frequentasse sua casa sem a presença dela, e ela aceitou.

“O meu filho teve um namoro adolescente com uma das jovens [que mais apareceu nos vídeos de Hytalo Santos]. Ele tinha 16 anos e o relacionamento durou cerca de três meses”, afirmou a pastora. (Veja o trecho do programa acima.) Ela ressaltou, no entanto, que não concordava com algumas cenas que via nas gravações do youtuber.

Hytalo e seu marido, Euro, estão presos e respondem a processos por exploração sexual de menores, tráfico humano e trabalho infantil em conteúdos para redes sociais. A jovem que namorou o filho da pastora foi citada em vídeos que motivaram a investigação do Ministério Público sobre a produção de conteúdos envolvendo menores.

Segundo Renallida, o youtuber doou dinheiro para a igreja onde ela atua. Ela também fez uma tatuagem em homenagem a Hytalo, mas posteriormente a removeu.

Impacto do Caso e o Debate Nacional

No programa exibido na terça-feira (26), o Profissão Repórter ampliou o debate e mostrou por que o Brasil ainda falha em proteger crianças e adolescentes.