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Reunião na Capitania dos Portos da Paraíba define ações para proteger comunidade portuária do coronavírus

O encontro aconteceu na sede da Capitania dos Portos da Paraíba (CPPB), e reuniu diversos órgãos e entidades que lidam com o dia a dia do Porto de Cabedelo

Na tarde desta quarta-feira (5) aconteceu a reunião que finalizou o protocolo de ações para proteger a comunidade portuária e combater possíveis casos de contaminação pelo coronavírus. O encontro aconteceu na sede da Capitania dos Portos da Paraíba (CPPB), e reuniu diversos órgãos e entidades que lidam com o dia a dia do Porto de Cabedelo.

“Já existe uma rotina de cuidado com a saúde da tripulação por parte do Porto e órgãos fiscalizadores. Ultimamente temos aprofundado esse debate o hoje temos um documento que vai balizar diversas atitudes ainda mais rigorosas para garantir que nenhum problema aconteça com a comunidade portuária e também que as operações não sejam prejudicadas”, analisa a presidente da Companhia Docas da Paraíba (Docas-PB), Gilmara Temóteo.

O protocolo foi definido com base em recomendações das secretarias de Saúde da Paraíba e de Cabedelo, diretrizes das agências nacional e estadual de Vigilância Sanitária e ainda os protocolos de segurança já adotados pela autoridade portuária, que é a Cia Docas.

Há, de início, a verificação de todos os documentos que são disponibilizados de forma digital, 24 horas antes de qualquer atracação. Com isso, a Anvisa verifica a saúde da tripulação e libera ou não o início da operação de carga ou descarga. Caso haja suspeita de contaminação, o navio não recebe autorização para operar e ninguém pode desembarcar até que a agência de Vigilância Sanitária e a Vigilância Epidemiológica inspecionem a embarcação e avaliem o paciente.

Caso a suspeita seja mantida, o tripulante é removido para o hospital de referência, que é o Hospital Clementino Fraga, no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa, e a tripulação permanece a bordo. Se a suspeita de contágio for confirmada, é realizado o processo de desinfecção e quarentena. Se a suspeita for descartada, as operações são liberadas.

A reunião também serviu para reforçar que não há casos confirmados na Paraíba e que todos os órgãos estão prontos para respostas eficientes para a população

Participaram do encontro a Marinha do Brasil, através da CPPB, a Docas-PB, secretarias de Saúde da Paraíba e de Cabedelo, Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Receita Federal, agências nacional e estadual de Vigilância Sanitária (Anvisa e Agevisa, respectivamente), Polícia Federal e praticagem.

Fonte: Assessoria
Créditos: Assessoria