Nesta terça-feira

Osteoporose atinge 10 milhões de pessoas no Brasil e especialista fala sobre a doença e formas de prevenção

Sabe aquela diminuição na estatura com o passar do tempo? É preciso ficar bem atento, pois este é um dos sinais que indicam a existência da osteoporose, que segundo estimativa da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF) atinge 10 milhões de pessoas no Brasil. A doença que se caracteriza por baixa massa óssea e deterioração do tecido ósseo costuma acometer pessoas acima de 65 anos de idade. A médica do Hapvida em João Pessoa, Juliane Leite alerta, nesta terça-feira (20) Dia Mundial e Nacional da Osteoporose, para o diagnóstico precoce que é realizado por meio da medida da densidade óssea e também das formas de prevenção.

Sabe aquela diminuição na estatura com o passar do tempo? É preciso ficar bem atento, pois este é um dos sinais que indicam a existência da osteoporose, que segundo estimativa da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF) atinge 10 milhões de pessoas no Brasil. A doença que se caracteriza por baixa massa óssea e deterioração do tecido ósseo costuma acometer pessoas acima de 65 anos de idade. A médica do Hapvida em João Pessoa, Juliane Leite alerta, nesta terça-feira (20) Dia Mundial e Nacional da Osteoporose, para o diagnóstico precoce que é realizado por meio da medida da densidade óssea e também das formas de prevenção.

“É uma doença esquelética sistêmica progressiva e que gera consequente aumento da fragilidade óssea e suscetibilidade à fratura. Uma forma de prevenir seria a prática de atividades físicas regularmente, pois ajudam a renovar as células dos ossos deixando-os mais fortes e menos suscetíveis a fraturas. Alimentação equilibrada, com alimentos ricos em cálcio e vitamina D, pois são importantes para saúde dos ossos e tomar sol na medida certa”, esclarece a médica do Hapvida em João Pessoa.

Entre os fatores de risco para doença estão histórico familiar, pessoas de pele branca, baixas e magras, asiáticos, deficiência na produção de hormônios, medicamentos à base de cortisona, heparina e no tratamento da epilepsia; além de alimentação deficiente em cálcio e vitamina D, baixa exposição à luz solar, imobilização e repouso prolongados, sedentarismo, tabagismo, consumo de álcool, alguns tipos de câncer e algumas doenças reumatológicas, endócrinas e hepáticas.

Quanto ao tratamento, a médica do Hapvida destacou que o uso medicamentos garantem a diminuição ou mesmo interrompem a perda de massa óssea. “Além disso, são empregadas medidas para diminuir o risco de fraturas, como fortalecimento muscular, treinamento de equilíbrio e adaptações para reduzir a ocorrência de quedas, tudo sob orientação de profissionais aptos para auxiliar no tratamento adequado a cada pessoa”, reforça.

Tipos de Osteoporose – A médica Juliane Leite explica que a osteoporose primária é a forma mais comum da doença e se manifesta em dois tipos principais. Tipo 1 ou osteoporose pós-menopausa que atinge o osso trabecular (parte porosa) e causa fraturas nas vértebras e rádio distal – geralmente ocorre na mulher após a menopausa. “As mulheres na menopausa são as mais atingidas pela doença porque há uma queda brusca do nível de estrógeno”, revela.

Já a tipo 2 ou osteoporose senil tem seu desenvolvimento facilitado pelo envelhecimento e falta de cálcio. “Nesse caso, causa a perda proporcional de ossos cortical (parte dura e compacta) e trabecular”, aponta.

Outro tipo de osteoporose é a secundária e costuma ser causada por inflamações com alterações endócrinas, artrite reumatóide e hipertireoidismo, além do consumo em excesso de álcool e ausência de atividade física. “A osteoporose secundária pode ser o resultado do consumo inadequado de vitaminas e corticóides”, alerta a médica do Hapvida em João Pessoa.

Fonte: Assessoria
Créditos: Polêmica Paraíba