ORIENTAÇÃO

Infectologista reforça importância de não aglomerar no feriado de Carnaval: o vírus continua circulando

Samba, frevo, axé. Fantasias, confetes, serpentinas e muita folia. Estes costumam ser os ingredientes que colorem os quatro cantos do Brasil durante o carnaval, uma das festividades mais esperadas do ano. Mas, em 2021, descer as ladeiras de Olinda, passear pelas ruas de Ouro Preto, acompanhar escolas de samba no Rio de Janeiro e pular atrás do trio elétrico no percurso Barra/Ondina precisa ficar para outro momento, devido à pandemia do novo coronavírus.

Samba, frevo, axé. Fantasias, confetes, serpentinas e muita folia. Estes costumam ser os ingredientes que colorem os quatro cantos do Brasil durante o carnaval, uma das festividades mais esperadas do ano. Mas, em 2021, descer as ladeiras de Olinda, passear pelas ruas de Ouro Preto, acompanhar escolas de samba no Rio de Janeiro e pular atrás do trio elétrico no percurso Barra/Ondina precisa ficar para outro momento, devido à pandemia do novo coronavírus.

Apesar de diversos municípios brasileiros já terem anunciado que não haverá ponto facultativo para evitar as aglomerações, a diretora corporativa de infectologia do Sistema Hapvida, a médica Silvia Fonseca, reforça a necessidade de não aglomerar durante o carnaval. “O vírus continua circulando. Ele não cansou da gente, não infectou todo mundo que quer infectar. Precisamos ser mais espertos do que ele e não permitir que seja transmitido”, declara.

A infectologista sugere que as pessoas curtam os dias de carnaval em casa e quando precisar sair de casa nesses dias para cumprir algo essencial, a orientação é de seguir usando a máscara, lembrando de cobrir nariz e boca, além do uso de álcool em gel. “Nosso grito de carnaval este ano tem que ser o “xô corona”, ficando em casa e não aglomerando”, enfatiza Silvia Fonseca.

Sobre o Sistema Hapvida – Com mais de 6,7 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como um dos maiores sistemas de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do Grupo São Francisco, RN Saúde, Medical, Grupo São José Saúde, além da operadora Hapvida e da healthtech Maida. Atua com mais de 36 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais de 15 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 45 hospitais, 191 clínicas médicas, 46 prontos atendimentos, 175 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

Fonte: Assessoria
Créditos: Polêmica Paraíba