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Central de Saúde-Seap dá assistência a policiais penais e familiares

O secretário Sérgio Fonseca avalia que a Central de Atendimento Covid-19 tem realizado um trabalho essencial

Com o objetivo de oferecer melhor assistência médica, psicológica e social a policiais penais e familiares, a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap) implantou há duas semanas a Central de Atendimento Seap para Covid-19.

A equipe é formada por oito profissionais, sendo um médico, duas enfermeiras, um enfermeiro, dois cirurgiões dentistas, uma psicóloga e duas assistentes sociais, que atuam na sede da Seap, em Jaguaribe, Centro Administrativo; na Penitenciária de Segurança Média “Hitler Cantalice”, em Mangabeira, além de visitas em residências das pessoas com Covid-19 ou que necessitem de outra assistência. Centenas de contatos já foram realizados pela equipe nessas duas semanas de funcionamento.

O secretário Sérgio Fonseca avalia que a Central de Atendimento Covid-19 tem realizado um trabalho essencial. “Estamos cumprindo o que estabelecemos no nosso Plano de Contingência elaborado em março e envidando esforços para assistir com agilidade, profissionalismo e humanização nossos policiais penais e familiares que porventura sejam acometidos por essa doença invisível que nos leva a ter cuidados preventivos e extremamente necessários”, comentou.

Sérgio Fonseca explica que o trabalho da Central começa com o recebimento das demandas que chegam das direções das unidades prisionais a respeito de casos suspeitos de Covid-19. A equipe então liga para o policial penal, faz uma entrevista, coleta dados, informações sobre os sintomas, endereço, e, feita a triagem, a próxima etapa é o agendamento para o teste rápido, que pode ser feito na Penitenciária Média ou no Hospital Edson Ramalho. Nos casos de testagem com resultado positivo o policial penal ou familiar passa a ser orientado e acompanhado por profissionais da Central, inclusive com visitas domiciliares, caso necessário, ou em hospitais. Esse contato é mantido durante o tratamento ou quarentena e após o paciente se recuperar.

Até sexta-feira (15) nove policiais penais já se encontravam na estatística de recuperados da Covid-19. Após a doença, o servidor deve ficar mais cinco dias em quarentena para poder voltar ao trabalho, isto após avaliação médica.

O presidente da Associação dos Policiais Penais da Paraíba, Wagner Falcão, parabenizou a Seap pela iniciativa da Central de Atendimento, que trabalha com a prevenção à Covid-19. “A equipe aqui age preventivamente, a gente procura colaborar também, encontrar os medicamentos, levar em mãos as receitas às pessoas, ou seja, dá todo suporte ao servidor, é uma ação preventiva e está dando certo”, ressaltou. Diariamente o representante da categoria comparece à Central para coletar informações sobre casos suspeitos ou confirmados, além de também repassar notícias à equipe.

Fonte: Assessoria
Créditos: Assessoria