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Todos os candidatos a governador... e os a senador, já ouvira falar?!... - Por Mário Tourinho

No artigo anterior eu perguntara à(o) leitor(a) se já ouvira falar naqueles 12 nomes registrados no TSE como candidatos a Presidente da República e, também, naqueles outros 12 que formam as respectivas chapas na condição de candidatos a Vice-Presidente. E mencionei todos, 24 nomes, alguns (ou a maioria) sem nunca haverem exercido qualquer mandato eletivo, porquanto a legislação eleitoral brasileira ser desprovida de pré-requisitos pertinentes ao exercício desse mandato (que se constitui na função-mor da República Democrática do Brasil, país com nada menos do que 26 estados e 1 distrito federal, dentro de um território de 8.516.000 km2 e uma população de 212.700.000 habitantes).

No artigo anterior eu perguntara à(o) leitor(a) se já ouvira falar naqueles 12 nomes registrados no TSE como candidatos a Presidente da República e, também, naqueles outros 12 que formam as respectivas chapas na condição de candidatos a Vice-Presidente. E mencionei todos, 24 nomes, alguns (ou a maioria) sem nunca haverem exercido qualquer mandato eletivo, porquanto a legislação eleitoral brasileira ser desprovida de pré-requisitos pertinentes ao exercício desse mandato (que se constitui na função-mor da República Democrática do Brasil, país com nada menos do que 26 estados e 1 distrito federal, dentro de um território de 8.516.000 km2 e uma população de 212.700.000 habitantes). E neste contexto de uma legislação desprovida de pré-requisitos específicos para o exercício do mais alto cargo do país, esses candidatos contam com 47 dias (16 de agosto a 1º de outubro) para que cada um possa, em campanha eleitoral, mostrar-se à população dizendo quem é, o que já fez para merecer a confiança do povo e o que pretende fazer.

Em sequência, pois, cabe que aqui também pergunte à(o) leitor(a) se já ouvira falar em todos os 8 candidatos a Governador da Paraíba e os 8 que, compondo as respectivas chapas, concorrem para a Vice-Governadoria. Aliás, como este é o  caso bem específico da gente, ou seja, “está juntinho de nós”, vale imaginar que sim, ou seja, o(a) leitor(a) já ouvira falar em todos os 8 candidatos a Governador, uns “bastante” por já terem ocupado ou estejam ocupando cargo eletivo ou nos meios de comunicação; outros “mais ou menos”; e os demais “um pouquinho”. Então, o melhor é perguntar: já ouvira falar sobre os candidatos a Vice-Governador?…

Eis, portanto, os nomes desses candidatos: 1) Jardel Wandson, o vice de Adjany Simplício; 2) José Pessoa, o vice de Adriano Trajano; 3) Alice Maciel, a vice de Antonio Nascimento; 4) José Candeia, o vice do Major Fábio; 5) Artur Bolinha, o vice de Nilvan Ferreira; 6) Maísa Cartaxo, a vice de Veneziano Vital do Rego; 7) Lucas Ribeiro, o vice de João Azevedo; 8) Domiciano Cabral, o vice de Pedro Cunha Lima.

Já ficou claro que estes questionamentos aqui provocados vêm a propósito da legislação eleitoral brasileira ser desprovida de pré-requisitos (além daqueles de nacionalidade brasileira, idade e filiação partidária) para que se registre candidatura até para Presidente da República. Por óbvio também não há pré-requisito de experiência no respectivo campo para o mais elevado nível legislativo, que é o de Senador(a). Neste caso, o de Senador(a), é pertinente que pergunte à(o) leitor(a) se já ouvira falar nos nomes dos que, como Suplentes, compõem as 8 chapas para o Senado como representantes da Paraíba!… Ei-los:

– a) Celso Batista e Sizenando Leal, Suplentes de Alexandre Soares; b) Karlyne Ramalho e Shislaine Cabral, Suplentes de André Ribeiro; c) Tércio Arnaud e Isaac Veberando, Suplentes de Bruno Roberto; d) Marcos José da Silva e Marcone da Silva, Suplentes de Manoel Messias; e) André Lucena e Natália Alves, Suplentes de Sérgio Queiroz; f) Nagib Vieira e Marcos Davi, Suplentes de Pollyana Dutra; g) André Amaral e Erick Marinho, Suplentes de Efraim Filho; i) Jeová Campos e Alexandre Santiago, Suplentes de Ricardo Coutinho.

Aqui, nestes escritos, a pretensão é a de mais chamar a atenção do(a) leitor(a) quanto à importância de bem se conhecer, também, o(a) candidato(a) a Vice-Governador(a) e o(a) Suplente de Senador(a) em quem se pretende votar, porquanto a respectiva missão tem igual valor que a do(a) titular. Quer dizer: de repente o Vice passa a ser Governador; e o Suplente passa a ser Senador(a). Na história do Brasil e da Paraíba já constam vários casos dessa natureza!

Fonte: Mário Tourinho
Créditos: Polêmica Paraíba