polêmica

Liderados por vereador petista, militantes de esquerda invadem igreja católica - VEJA VÍDEO

No último sábado (5), um grupo de militantes com faixas do Partido dos Trabalhadores (PT) e Partido Comunista do Brasil (PCdoB) interrompeu, uma missa religiosa em uma igreja de Curitiba, no Paraná.

No último sábado (5), um grupo de militantes com faixas do Partido dos Trabalhadores (PT) e Partido Comunista do Brasil (PCdoB) interrompeu, uma missa religiosa em uma igreja de Curitiba, no Paraná. Eles protestavam com gritos de “fascistas” e “racistas”. O ato ocorreu por volta das 17h, na igreja Nossa Senhora do Rosário.

O vereador petista Renato Freitas participou do ato,  que acusou os católicos de terem apoiado um “policial que está no poder”. Além disso, eles relacionaram a igreja à morte de negros como a do congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, tabalhador morto brutalmente no Rio de Janeiro.

Durante a manifestação o padre Luiz Hass que celebrava a missa, defendeu o direito das pessoas protestarem, mas explicou que isso não deveria acontecer na missa, além disso ele pediu apoio a Guarda Municipal, e fez um apelo para “cuidar um pouco mais da igreja, já que eles tinham o direito de fazer as missas em silêncio”.

“Vocês acham correto isso? Nos todos temos que nos unir para evitar uma coisa dessa…de propósito para atrapalhar nossa missa.”, se queixou o religioso.

O vereador Renato falou sobre a repercussão do protesto.

“Entrar na igreja tem um ato muito simbólico, inclusive ela (essa igreja) foi marcada por que inclusive for marcado por todos os movimentos negros de Curitiba, em frente à igreja dos pretos, juntamente por se tratar da igreja dos pretos, feita pelos pretos e para os pretos que não podiam entrar em outras igrejas. Portanto achamos que estar dento daquela igreja era ocupar um lugar que era nosso e reivindicar a vida, avida em abundância. Como cristão que sou, acreditei que achei que seria adequado. Não havia missa e ela estava absolutamente vazia. Não achamos que teria essa reação negativa”, disse ele.

VEJA VÍDEO:

 

Fonte: Polêmica Paraíba
Créditos: Polêmica Paraíba