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Bolão da Câmara que ganhou na Mega-Sena se chamava “Lula Livre”

Enquanto aguardam a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o caso do ex-presidente Lula, assessores da Liderança do PT venceram sorteio da Mega-Sena nesta quarta-feira (18) com bolão batizado de  “Bolão Lula Livre”. Pelo menos 49 funcionários do partido vão dividir os R$120 milhões a serem pagos pela Caixa Econômica Federal.

O “Lula Livre” acontecia toda vez que a Mega acumulava. Nem todos os assessores participavam, mas haviam alguns que mantinha a “fézinha” sempre. Além dos 49 vencedores, outras 4 copeiras eram assíduas no bolão. Desta vez, elas não entraram na rifa, mas os demais participantes decidiram dividir também com elas o valor.

O assunto ganhou Brasília nesta quinta-feira (19) e foi assunto em todas as conversas informais, segundo jornalistas. Muitas piadas e alguns lamentos foram vistos, mas também houve quem não aceitou o resultado.

Pelas redes, bolsonaristas contestaram o sorteio e pediram uma CPI da Mega Sena, acusando as Loterias, da Caixa Econômica Federal, de privilegiar os petistas. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, foi nomeado pelo presidente Jair Bolsonaro em janeiro deste ano.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, não aderiu ao conspiracionismo, mas fez comentários que originaram processo levantado pelo PT. “Nós vamos processá-lo. Ele precisa responder pela sua insanidade, pela sua irresponsabilidade e pelos crimes que cometeu. O ministro da Educação envergonha o Brasil. E sua inveja não vai abalar a nossa alegria”, disse o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder do PT na Câmara, em vídeo divulgado nas redes sociais.

 

Fonte: Revista Fórum
Créditos: Revista Fórum