Esclarecimento

Reitora da UFPB explica que não há proibição do uso de ar-condicionado e defende uso consciente de energia

Segundo ela, o que existe é uma orientação para evitar o uso inconsequente dos aparelhos e ajudar na economia de energia. 

A reitora da Universidade Federal da Paraíba, Margareth Diniz, esclareceu nesta quita-feira (05), que não proibiu o uso de ar-condicionados nas dependências da instituição. Segundo ela, o que existe é uma orientação para evitar o uso inconsequente dos aparelhos e ajudar na economia de energia.

A conta de luz da instituição gira em torno de R$ 1 milhão de reais mensais e a universidade quer reduzir custos em meio ao contingenciamento de 30% das verbas destinadas a custeio. Na semana passada, circularam nas redes sociais vídeos que mostravam aparelhos de ar-condicionado funcionando em diversas salas de aula mesmo em horários em que não havia aula.

Apesar do ofício da reitoria conter o termo “suspensão do funcionamento”, a reitora Margareth Diniz reforçou que fez apenas uma orientação para o uso correto dos ar-condicionados. “Não é proibindo o uso. A gente está pedindo que as pessoas estão utilizando quando necessário e, após a utilização, desliguem, considerando o contingenciamento que a gente está vivendo. Todas as outras universidades proibiram, mas aqui estou pedindo encarecidamente, pois tenho visto muitas lâmpadas acesas, ar-condicionados ligados , o que não justifica em um contingenciamento desses”, explicou.

Margareth Diniz informou ainda que não existe risco de paralização das atividades da UFPB e que o governo federal já se comprometeu em descontingenciar os recursos a partir desse mês. “O secretário da educação superior, Arnaldo Barbosa, esteve na reunião da Andifes e informou que a partir do final de setembro vai começar a descontingenciar paulatinamente os 30%. Então, se assim for, vamos concluir o ano”, finalizou.

Fonte: Polêmica Paraíba
Créditos: Polêmica Paraíba