MEIO AMBIENTE

Famup destaca importância do projeto ‘Asa Verde’ desenvolvido no município de Caaporã em parceria com MPPB

A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) participou, nesta segunda-feira (6), de uma reunião, em João Pessoa, para firmar apoio a realização do projeto Asa Verde, realizado pela Prefeitura de Caaporã em parceria com o Ministério Público da Paraíba (MPPB), Tribunal de Justiça (TJPB) e Governo do Estado, através da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). Para o presidente da entidade municipalista, George Coelho, o projeto é importante e deve ser realizado em todos os municípios paraibanos, sobretudo, junto do ‘Reciclo Para Todos’.

A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) participou, nesta segunda-feira (6), de uma reunião, em João Pessoa, para firmar apoio a realização do projeto Asa Verde, realizado pela Prefeitura de Caaporã em parceria com o Ministério Público da Paraíba (MPPB), Tribunal de Justiça (TJPB) e Governo do Estado, através da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). Para o presidente da entidade municipalista, George Coelho, o projeto é importante e deve ser realizado em todos os municípios paraibanos, sobretudo, junto do ‘Reciclo Para Todos’.

“Estamos passando por um processo intenso de educação ambiental em diversos municípios que acabaram com seus lixões e agora passam a atuar em parceria com os catadores de resíduos sólidos e da população para dar uma melhor destinação ao lixo. E nesse momento, o projeto ‘Asa Verde’ é importante, pois vai garantir a participação das nossas crianças nesse processo de educação. Temos que começar com as crianças para formarmos cidadãos comprometidos com o meio ambiente”, afirmou George Coelho.

Segundo a idealizadora do ‘Asa Verde’, a promotora Miriam Pereira Vasconcelos, o projeto objetiva despertar a consciência cidadã da comunidade local sobre a importância da coleta seletiva domiciliar e a reciclagem do lixo, para a defesa do meio ambiente ecologicamente equilibrado. Para a promotora, neste momento, em que está sendo desenvolvido o projeto de erradicação dos lixões, a educação ambiental é fundamental. “O projeto veio a calhar com o momento. Os escoteiros mirins serão verdadeiros anjos na defesa do meio ambiente. Quero muito agradecer a parceria e apoio da Famup para que possamos levar esse projeto para outros municípios”, disse.

O prefeito Kiko Monteiro, agradeceu a promotora Miriam pela implantação do projeto em Caaporã e ao apoio da Famup na execução das ações. “Tenha a certeza que vamos abraçar esse projeto que se traduz na garantia de um futuro próspero do nosso planeta, pois trabalhamos com as crianças possibilitando criar uma nova cultura. Muito obrigado a todos que estão envolvidos nessa caminhada”, destacou.

Para Joana Nóbrega, Diretora Técnica da Sudema, o encontro foi um momento importante para o fortalecimento do projeto que é comovente e deve ser expandido para outros municípios. “Quando vemos as crianças sendo educadas de forma consciente se cria uma efetividade da preservação da natureza, do meio ambiente. Sendo assim, ratificamos o compromisso para que esse projeto chegue em outras cidades, outras crianças do nosso estado”, garantiu.

Agente – Maria Eduarda, participante do projeto, reforçou a importância do projeto que chega ao município de Caaporã e se comprometeu, junto aos seus colegas, a atuar para preservar o meio ambiente. “Assumo o compromisso de ser uma replicadora ambiental e de cuidar do nosso planeta. Vamos trabalhar para o sucesso desse projeto no nosso município”, afirmou.

O projeto – A promotora explicou que o projeto contará com a participação de alunos das escolas públicas de cada município, com idade entre 12 e 15 anos, que serão denominados ‘escoteiros mirins ambientais’. Os estudantes selecionados receberão curso de formação e treinamento por parte de profissionais da Sudema. Eles serão coordenados por uma comissão de professores indicados pelas Secretarias de Educação.

Os Agentes Mirins, após terem recebido treinamento pela Sudema, estarão aptos para executar o projeto, dessa forma, os mesmos deverão: Realizar, quinzenalmente, grande mobilização social a partir de passeatas com panfletagem e carro de som, seja no comércio, seja nos bairros onde vivem, seja nas escolas em dia da semana de melhor conveniência para todos; realizar oficinas; realizar palestras com exibição de filmes e documentários; realizar gincanas; realizar workshops; e realizar palestras nas escolas com a exposição de vídeos que alertem para as consequências do desequilíbrio ambiental gerado pela destinação inadequada dos resíduos sólidos.

Atuação – Os agentes devem ainda atuar na implantação da coleta seletiva nas escolas do município; atuar na implantação da coleta seletiva em suas próprias residências, explicando aos respectivos responsáveis sobre a importância do exemplo começar de casa, estimulando o poder-dever de cada um exercer a sua cidadania de forma positiva; e atuar na implantação da coleta seletiva do bairro onde habita, buscando como finalidade mediata envolver a comunidade local como um todo.

Os estudantes escolhidos para atuar no projeto ‘Asa Verde’ Caaporã enquanto Agentes mirins serão coordenados por uma comissão de cinco professores/supervisores designados pela Secretaria Municipal de Educação que os orientarão, através de cronograma e planejamento, a cada atividade a ser exercida.

Também esteve presente no evento a juíza da Comarca de Caaporã, Daniere Ferreira de Souza; o engenheiro ambiental, Paulo Dália; além das crianças que atuarão como agentes ambientais; secretários municipais de Caaporã e técnicos da Sudema.

Fonte: Assessoria
Créditos: Polêmica Paraíba